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Showing posts from October, 2025

Link do Miro e locais de observação

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 Abaixo seguem os links do  miro e fotos dos três locais pensados pelo grupo para o não-objeto. Local Escolhido:  Outros locais pensados: 

Visita ao Inhotim

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      Foi minha segunda vez visitando Inhotim, a primeira na prática (a outra vez que eu fui eu tinha 4 ou 5 anos). O dia que a gente foi estava muito quente, então acabou prejudicando o ritmo da visita - a gente cansou rápido na minha visão- ou seja, a gente não visitou tantas exposições quanto a gente queria.      Achei as obras visitadas no geral bem interessantes, e em relação aos prédios são todos bem diferentes, meio brutalistas. Algumas fotos e desenhos de Inhotim:

Deriva Demorada

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Esgotamento Parque Municipal.

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Atrasei para fazer o esgotamento, então decidi fazê-lo diretamente do local em que meu grupo decidiu fazer o não objeto, já que ninguém tinha feito de lá. Me pareceu lógico fazer lá, já que era movimentado.

Primeira Aula Parque Municipal

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 Mini Deriva: para a primeira deriva, não pensei em nenhuma regra interessante, então decidi so andar por aí sem rumo até achar alguma coisa interessante, acabei indo para em uma das entradas, dei a volta em um de os coretos e terminei na ilhazinha.  Registros da primeira visita:

Fichamento Hetzberger (A)

 Público e Privado:  ● As ideias de “público” e “privado” podem ser entendidas como a forma espacial de representar o que é “coletivo” e o que é “individual”. ● O espaço público é aquele que todos podem acessar livremente, em qualquer momento, e cuja conservação é uma tarefa compartilhada por todos. Já o espaço privado é restrito a uma pessoa ou a um grupo específico, que fica responsável por cuidar dele. Demarcações Territoriais: ● O caráter público ou privado de um espaço depende do nível de acesso, do controle e das responsabilidades sobre ele (como o quarto, mais privado que os outros cômodos da casa). ● Há diferentes graus de delimitação e acesso, definidos por leis ou convenções sociais (como halls e estações, que funcionam como extensão da rua enquanto estão abertos). ● Quando espaços públicos são usados para fins particulares, seu caráter coletivo é temporariamente questionado (ex.: varal na calçada ou arroz secando nas ruas). ● O uso privado de áreas públicas reforça ...

Sketchup Sensitivo

     Fomos pedidos para criar dois ambientes com base em músicas que foram passadas em aula. Eu escolhi as músicas 1/1 e 2/2 ambas de Brian Eno.       Ao criar o primeiro ambiente pensei em algo com formato de vidro, um ambiente que me lembrasse a sonoridade de duas taças ressoando, assim ao montar o ambiente no sketch up o fiz com formatos de cilindro com texturas de vidro.     Em   Relação ao segundo imaginei algo meio "sci-fi", uma ideia de ficção científica, assim tentei montar um ambiente "extraterrestre", algo com formas estranhas e inusuais, em relação as texturas tentei fazê-las de uma maneira que criasse uma sensação de estranheza. O planeta marte ressoou constantemente pela minha cabeça enquanto fazia o trabalho.  Segue o link do resultado final: https://youtu.be/kuWKL5kb1IQ

Desenhos aula Praça da Liberdade

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 Desenho com um ponto de fuga: Desenho com dois pontos de fuga: Desenhos feitos no Ateliê de Cerâmica:

Fichamento: "DESIGN: OBSTÁCULO PARA A REMOÇÃO DE OBSTÁCULOS?"

  O texto “Design: Obstáculo para a remoção de obstáculos?” de Vilém Flusser discute sobre o que são objetos, suas funções, e quais são suas consequências no espaço humano. Segundo Flusser, um objeto é “algo que está no meio do caminho”, um problema e sendo assim precisa ser resolvido, para ele a solução está no chamado “objeto de uso” que constitui de um objeto utilizado para afastar outros objetos. Dentro desse contexto, surge a “dialética interna da cultura” - baseado na contradição entre e o objeto e o objeto de uso - que se trata do dilema de ser duplamente obstruído; primeiramente, pela necessidade constante dos objetos de uso, e em segundo lugar, pelo fato de eles sempre estarem em nossos caminhos. Assim, o autor discorre sobre quem projeta os objetos de uso e o porquê de projetá-los, chegando à conclusão de que são feitos por pessoas que o precedem para superar objetos, no entanto obstruem o progresso do sujeito atual. Dessa forma, cabe o questionamento como posso projeta...

Não Objeto - Segunda Parte

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      Para a segunda parte do trabalho foi pedido a nós para que fizéssemos nosso não-objetos. Assim, seguindo as diretrizes comecei a trabalhar em meu não objeto, juntamente com meus colegas.      Seguindo as diretrizes (ser sensorial, "vestível" e interação do usuário de maneira livre) comecei a formular meu não objeto. Compramos materiais de construção, como arames e conduítes, e começamos a construir. Inicialmente tive dificuldades para começar a construir meu não objeto, porém a medida que o fui construindo tive esse obstáculo inicial superado.      Meu não objeto se constituía de um pedaço de papel - com formato semelhante a um olho e com um buraco no lugar que seria a íris- colado a um pedaço de isopor e acoplado neste anéis (feitos de arame) com fios de barbante pendurados na ponta.  Os não objetos do meu grupo: O meu é o mais a esquerda. Infelizmente não estava no dia da apresentação porque estava doente e meu não-objeto nã...

Não Objeto - Parte 1

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    Fomos pedidos a criar um não objeto depois da leitura do texto de Ferreira Gullar. Após discutirmos entre si chegamos a conclusão das seguintes diretrizes em relação ao que seria interessante de ser acrescentado ao nosso não objeto, ou seja suas diretrizes:  É preciso ser sensorial: Tato, audição e visão; “Vestivel” como Parangolés; Obrigatória a interação do usuário de maneira livre; Possível conjunto de peças novas.     Depois da determinação de tais diretrizes fomos pedidos a fazer rascunhos dos não-objetos.

Desenhos de perspectiva da EAD

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 Desenho com um ponto de fuga: Desenho com dois pontos de fuga:

Pesquisa não-objeto e arte cinética.

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      Meu grupo ficou responsável por analisar a obra de Hélio Oiticica, já em relação ao artista cinético ficamos encarregados de pesquisar sobre Jean Tinguely. Segundo as conclusões chegadas pelo grupo:      Hélio Oiticica rompeu com a ideia de arte apenas na parede ao criar os Relevos Espaciais, que ficam suspensos e mudam de acordo com o ângulo em que são observados. Essas obras pedem que o espectador se movimente ao redor delas, transformando o corpo em parte essencial da experiência. Em seguida, com os Núcleos, esse convite ao corpo se intensifica: placas suspensas criam um espaço penetrável, em que o público precisa entrar, atravessar e se deixar cercar pelas cores. Nessa imersão, a cor deixa de ser apenas pintura e se torna experiência viva, fazendo com que o espaço da exposição e o espaço da obra se confundam. Essas criações se ligam diretamente à ideia de Não-Objeto, formulada por Ferreira Gullar. Diferente dos Metaesquemas, que ainda eram voltado...

Desenho cadeira

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